"Hipnotizada por aquele brilho escarlate, quase magnético, a pequena abandona a proteção do quarto e avança pelo piso gelado, discernindo o objeto dourado que reluz pendurado na corrente: uma chave. Um desejo imenso de posse a invade, fazendo-a reprimir qualquer sensação de perigo. Quando está prestes a atingir o beiral da sacada, porém, aquele pássaro de bico alaranjado toma a forma esguia de um homem curvado, cabelos espetados, a cabeça voltada para a garota e um malicioso sorriso nos lábios descarnados..."

"-Eu não sei qual a sua religião, nem em quê você acredita, mas este Vale é repleto de forças que... Bem, sobrenaturais ou não, elas simplesmente fogem á compreensão de todos nós, habitantes da Vila. E você certamente ouviu... Não tem como não ouvir, você ouviu uma mulher gritando na estalagem..."

"-Matou... seu próprio... primo!"

"Cláudia Queiroz, em marrom."



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